01/11/2009

Matemática simples

Faculdade + emprego + estudar pras provas + trabalhos = FALTA DE TEMPO

Esses são os motivos de eu ter passado mais de um mês longe daqui. Depois que entrei para a empresa júnior da faculdade (haverá um post sobre isso, não esquentem!), mudei alguns hábitos. Ah, vocês esperavam que eu dissesse que tenho menos tempo livre pra blogar, não é? Sim, também, mas desta vez não foi o principal motivo.

Minha mudança de hábito se resume basicamente ao computador. Quem diria! Eu, tentando me manter longe do pc? Haha! Pois é verdade. Continuo passando em média oito horas por dia em frente ao computador, mas cortei o uso dessa máquina para o lazer. Bem, exceto nos dias de Fórmula 1, em que eu fico tuitando durante as corridas. Hehe.

Minha prioridade continua sendo a faculdade, mas o pouco do tempo livre que tenho agora é usado para fazer nada. Um exemplo: tirar um cochilo depois do almoço. Quarenta minutos revigorantes! Se estiver chovendo, melhor ainda, pois barulho de chuva embala o sono que é uma beleza!

Também aproveito meu tempo livre na cozinha, criando alguma comidinha mais interessante. Quem almoça na rua a semana inteira me entende. Às vezes falta o tempero, falta a criatividade ao cozinheiro, ou então a carne não está no ponto desejado. Mesmo que seja miojo, meu fim de semana é mais gostoso quando eu posso inventar o molho, rs.

Por essas pequenas alegrias, pelos curtos momentos de sossego, o blog ficou parado durante o último mês. Entretanto, a vontade de blogar ficava me cutucando de vez em quando, de escrever sobre um assunto legal, ou polêmico, como costumo fazer. Por isso, essa matemática do tempo vai ter de abrir um espaço para o FDC, porque não dá pra ficar longe daqui! :D

Obs.: Coincidência ou não, hoje o FDC completa cinco meses!

28/09/2009

Campanha política na internet

Nas próximas eleições, a internet será o mais novo palanque dos políticos brasileiros. A “reforma eleitoral” aprovada no último dia 16 pelo Congresso liberou a internet para fazer campanha. Para que essa mudança valha no pleito de 2010, o presidente Lula tem até o dia 3 de outubro para sancionar o projeto. Ou seja: no ano que vem, vai pipocar perfil de político em tudo quanto é rede social. Entretanto, o maior desafio dos candidatos não será as novas mídias, mas o maior poder da internet – a interação. Agora, eles não irão só falar, eles também vão ouvir.

Que o diga o senador Aloizio Mercadante, vítima de suas próprias palavras ao tuitar que renunciaria à liderança do PT “em caráter irrevogável” porque o Conselho de Ética havia arquivado as denúncias contra José Sarney. Gabando-se por anunciar a renúncia “em primeira mão” pelo twitter, Mercadante caiu em desgraça quando voltou atrás em sua decisão, e sentiu a força dos 140 caracteres dos twitteiros antenados. Resultado? Até hoje é motivo de piadas pelo seu “irrevogável”. Em 2010 saberemos se e quanto isso afetou a imagem do senador.

Na contramão dessa proximidade está o blog do Planalto, que de blog não tem nada. Primeiro, não se pode comentar nos posts; segundo, o conteúdo é engessado e muito formal; terceiro, os assuntos não são capazes de “dialogar” com o leitor, a informação é simplesmente postada ali como uma notícia qualquer. Resumindo: blog do Planalto #fail.

As mídias sociais são uma febre, foram bem utilizadas na campanha eleitoral de Barack Obama, mas requerem planejamento. No caso do presidente dos EUA, o plano de ação levou dois anos para ser arquitetado. Aqui no Brasil, já existem alguns políticos se aventurando na onda da web 2.0 – blog, perfil em site de relacionamento, conta no twitter. Cabe aos eleitores acompanhar de perto o que essas figuras andam publicando por aí, confrontar as informações e ser mais participativo na política de seu país.

Sugestão de sites: Deu no Jornal, Donos da MídiaPolíticAética, PolitweetsProjeto Excelências.

17/09/2009

Falhas de higiene passam despercebidas

Quando você vai ao banheiro, você lava as mãos depois de se aliviar, certo? Mas, você toma esse cuidado antes?

Esse foi o mote para eu escrever este post. Passei a semana observando os “deslizes higiênicos” das pessoas, uma experiência bem interessante, heh, mas um pouco nojenta também.

Meu primeiro ponto de análise, por razões óbvias, foi o banheiro feminino. Quando crianças, aprendemos a lavar as mãos depois de ir ao banheiro, mas não ensinam a lavar antes também. A gente pega em dinheiro, em corrimãos, na maçaneta do banheiro e vai direto pra privada… tsc-tsc. O engraçado é que as mulheres, ao irem embora, pegam um papel para torcer a maçaneta, para não se contaminarem. Isso quando não resolvem terminar de secar as mãos com o mesmo papel depois de abrir a porta, rs.

Segundo ponto de análise: o laboratório de multimídia da minha faculdade, com cerca de vinte computadores. Na porta, um dispositivo altamente tecnológico de liberação de álcool em gel: uma garrafa plástica com um furo na tampa. As mãos dos alunos vão estar limpas e desinfetadas, até o momento em que elas tocam um teclado ou mouse do laboratório, porque esses equipamentos não são limpos no intervalo entre as aulas. Então, de que adianta o álcool?

Terceiro ponto de análise: o bebedouro coletivo. Ninguém encosta a boca ali, né? Eca! É melhor usar a garrafinha… hum, peraí, as pessoas não tem o costume de apoiar o gargalo da garrafa no cano do bebedouro? O pior é que, depois da epidemia de gripe A, retiraram o dispositivo menor, o da boca, e deixaram só o de garrafa. E sempre tem um mané pra beber água direto do cano…

Meu último ponto de análise foi o chão da universidade, mas quando cheguei a esse ponto, parei. Se tivermos que nos preocupar com todas as prováveis situações de contaminação, teremos de viver numa bolha. A gente não vai ficar doente porque sentou no chão, não é essa a ideia que quero passar, muito menos estou dizendo para deixar de tomar as precauções devidas. Eu quis mostrar com essas observações as falhas de higiene das pessoas e de estabelecimentos, a falta de atenção com os cuidados na prevenção de doenças contagiosas.

Bem, pensando melhor, aposto que depois desse post você vai passar a lavar as mãos antes de fazer xixi, não é mesmo? Hahaha!